O grande trunfo da Homeopatia nas epidemias

Atualizado: Ago 25

Por Willians Menezes Silva, farmacêutico resp. tec. da Samuel Hahnemann Farmácia Homeopática


A Homeopatia medicina criada pelo médico alemão Christian Friederich Samuel Hahnemann com o intuito de diminuir os efeitos de terapias usadas na época: sangrias, ingestão de purgantes e substâncias tóxicas e pela desilusão tangente à eficácia destas,


criou a homeopatia com um de seus pilares básicos “ Similia similibus curantur” (semelhante cura semelhante) . Fez um ensaio com a Quinina, usada contra a malária, e

percebeu que em um individuo são acarretava os mesmos sintomas ao apresentados pela enfermidade que ela curava.


Apesar da homeopatia ser um tratamento individualizado e com suas características próprias, tem ajudado de forma eficaz em doenças que acometem uma grande parte da população e com sintomatologia bem específica. Nestas doenças endêmicas que tem um padrão, pesquisadores e profissionais da área entendem e usam um pool de medicamentos eleitos tanto para os sintomas e seu padrão como também através da profilaxia onde um medicamento homeopático requer um menor grau de similitude para sua funcionalidade. Talvez seja este um dos maiores trunfos da homeopatia nestes dias atuais. Assim, hoje como também no passado a homeopatia tem colaborado e cito alguns relatos de homeopatas clássicos que trataram epidemias:


  • Escarlatina tratada por Kent nos EUA;

  • Cólera tratada pelo próprio Hahnemann e Gerstel em Brunn na Alemanha:

  • Febre amarela tratada por Murtinho Nobre em nosso país e que trabalhou com Oswaldo Cruz e Guilherme Marchi durante a epidemia de gripe espanhola no século passado.


Não devemos nos esquecer da epidemia de dengue onde foram usados muitos medicamentos homeopáticos. Afinal, com a máxima certeza de que os medicamentos homeopáticos tanto quanto os alopáticos e toda a gama de medidas medicamentosas ou não, devemos usá-las como arsenal de guerra contra o inimigo invisível e de tanto poder destrutivo que nos cerca.


”O Organismo, sem sua força vital, não é capaz de ter sensações, funções, nem autoconservação...”


Publicado no Jornal Golfinho na edição de junho de 2020



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